Cirurgia de sinusite em Curitiba
A cirurgia de sinusite é indicada quando a sinusite crônica continua depois do tratamento clínico adequado e a tomografia confirma a doença nos seios da face. Em Curitiba, o Dr. Pierre Costa, otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), faz a cirurgia por dentro do nariz, com endoscópio e sem corte no rosto, e atende na NUE Wellness Clinic, no Ecoville.
Nem toda sinusite precisa de cirurgia. A maioria melhora com tratamento clínico; a cirurgia entra quando esse tratamento já foi feito do jeito certo e os sintomas continuam.
- Acesso
- Pelo nariz, sem corte
- Anestesia
- Geral, em hospital
- Exame-chave
- Tomografia dos seios
Dr. Pierre Costa · CRM-PR 27071 · RQE 17336 · NUE Wellness Clinic, Ecoville

Em resumo
- A cirurgia de sinusite é indicada para a sinusite crônica ou de repetição que não melhora com o tratamento clínico adequado e tem alteração confirmada na tomografia.
- A Cirurgia Endoscópica Nasossinusal é feita por dentro do nariz, com endoscópio, sem corte na pele do rosto, em geral com anestesia geral e em ambiente hospitalar.
- A recuperação envolve lavagem nasal com soro várias vezes ao dia e retornos para limpeza do nariz no consultório nas primeiras semanas.
- Quando há desvio de septo ou cornetos aumentados, a correção pode ser feita na mesma cirurgia, com uma única anestesia.
Quando a sinusite crônica pede cirurgia
A sinusite crônica pede cirurgia quando o tratamento clínico adequado já foi feito, os sintomas continuam e a tomografia confirma a doença nos seios da face. Antes disso, o caminho é o tratamento sem cirurgia, e boa parte das pessoas melhora com ele.
Sinusite crônica é a inflamação do nariz e dos seios da face que dura 12 semanas ou mais. Os sintomas mais comuns são nariz entupido, secreção pela frente ou descendo pela garganta, pressão ou dor no rosto e olfato reduzido. Para fechar o diagnóstico, o otorrino confirma a inflamação no exame com endoscópio ou na tomografia.
Ela faz parte das cirurgias funcionais do nariz e das vias aéreas. Na lista de atendimentos do Dr. Pierre Costa, aparece assim: tratamento cirúrgico da sinusite crônica, quando indicado. Estes são os cenários em que ela costuma entrar na conversa:
Sinusite crônica que não melhora
Nariz entupido, secreção, pressão no rosto ou olfato reduzido por 12 semanas ou mais, apesar do tratamento clínico bem feito.
Crises que voltam várias vezes no ano
Sinusites agudas de repetição, em geral quatro ou mais por ano, com tomografia que mostra bloqueio na drenagem dos seios.
Pólipos nasais
Pólipos que fecham o nariz e não diminuem o suficiente com o tratamento clínico, muitas vezes com perda do olfato.
Anatomia que bloqueia a drenagem
Desvio de septo, cornetos aumentados ou outras alterações que, junto com a inflamação, impedem os seios da face de drenar.
Quando a cirurgia não é o primeiro passo
A cirurgia não é o primeiro passo quando o tratamento clínico ainda não foi feito do jeito certo, ou quando os sintomas vêm de outra causa. Operar nessas situações expõe a pessoa a riscos sem a chance de resolver a queixa.
- Sinusite aguda isolada: uma crise depois de um resfriado costuma melhorar com tratamento clínico e não muda a anatomia.
- Dor de cabeça sem outros sintomas: raramente é sinusite. Enxaqueca e outras dores de cabeça são causas mais comuns.
- Rinite sem sinusite: nariz entupido e espirros por alergia pedem tratamento da rinite, e às vezes cuidado com os cornetos.
- Tratamento incompleto: spray usado por poucos dias ou de forma irregular não permite saber se a cirurgia é mesmo necessária.
Antes de operar: consulta, endoscopia e tomografia
A decisão de operar sai de três informações: os sintomas, o exame do nariz com endoscópio e a tomografia dos seios da face. Nenhuma delas, sozinha, basta.
Na consulta, o Dr. Pierre Costa pergunta há quanto tempo os sintomas existem, quais tratamentos já foram feitos e por quanto tempo. Em seguida, examina o nariz com um endoscópio fino, no consultório, para ver a mucosa, a secreção, os pólipos e a saída dos seios. A tomografia é pedida, de preferência, depois do tratamento clínico, para mostrar o que sobrou de doença, e não só a inflamação de uma crise passageira. Ela também funciona como mapa da cirurgia, porque mostra a anatomia de cada pessoa.
Nessa avaliação também aparecem causas que somam com a sinusite, como o desvio de septo, corrigido com a septoplastia, e os cornetos nasais inchados. O caminho, da primeira consulta ao acompanhamento:
- 01
Consulta e endoscopia nasal
Conversa sobre os sintomas e exame do nariz com endoscópio no consultório, para ver a mucosa, a secreção e a saída dos seios da face.
1ª consulta - 02
Tratamento clínico
Lavagem nasal, corticoide em spray e, quando indicado, outros remédios, por tempo suficiente para avaliar a resposta.
Semanas - 03
Tomografia e decisão
Se os sintomas continuam, a tomografia mostra quais seios estão doentes e serve de mapa para planejar a cirurgia.
Retorno - 04
Cirurgia endoscópica
Feita pelo nariz, em ambiente hospitalar, com equipe anestésica. Em geral, a alta acontece no mesmo dia ou no dia seguinte.
Dia da cirurgia - 05
Limpezas e retornos
Retornos para retirar crostas e secreção com endoscópio, conferir a cicatrização e ajustar a lavagem nasal.
Pós-operatório - 06
Acompanhamento
Consultas mais espaçadas para acompanhar a mucosa e manter o tratamento que controla a inflamação, quando necessário.
Longo prazo
Cirurgia Endoscópica Nasossinusal: como é feita
A Cirurgia Endoscópica Nasossinusal é feita por dentro do nariz, com um endoscópio, sem corte na pele do rosto. O endoscópio é um tubo fino com luz e câmera, que mostra o interior do nariz num monitor durante toda a cirurgia.
Os seios da face são cavidades cheias de ar ao redor do nariz, que drenam por pequenas aberturas. Na sinusite crônica, essas passagens ficam estreitas ou fechadas pela inflamação. A cirurgia amplia as passagens naturais de drenagem, remove o tecido doente e os pólipos e preserva a mucosa sadia. Os seios abertos dependem do que a tomografia mostra: pode ser um só ou vários.
- Anestesia: na maioria dos casos, anestesia geral, em ambiente hospitalar, com equipe anestésica.
- Microdebridador: instrumento que corta e aspira pequenas porções de tecido ao mesmo tempo. É usado quando indicado, por exemplo para retirar pólipos com controle sobre a mucosa ao redor.
- Duração e alta: variam com a extensão da cirurgia. Em geral, a alta acontece no mesmo dia ou no dia seguinte.
- Depois: com as passagens abertas, a lavagem nasal e os sprays chegam melhor aos seios, o que ajuda a controlar a inflamação a longo prazo.
Septo, cornetos e sinusite na mesma cirurgia
Quando o desvio de septo ou os cornetos aumentados atrapalham a respiração ou o acesso aos seios da face, a correção pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico. Isso significa uma anestesia e uma recuperação.
O septo é a parede que divide o nariz ao meio, e a septoplastia corrige o desvio dele. A cirurgia dos cornetos reduz estruturas internas que incham e fecham a passagem do ar. Nem toda cirurgia de sinusite precisa dessas correções: elas entram quando o exame mostra que fazem diferença. A combinação muda alguns cuidados, como o uso de placas internas por alguns dias. Os cuidados específicos do septo estão em recuperação da septoplastia.
Recuperação: lavagem nasal e retornos para limpeza
A recuperação depende de dois cuidados: lavar o nariz com soro várias vezes ao dia e ir aos retornos para limpeza no consultório. Os dois ajudam a mucosa a cicatrizar com as passagens abertas.
Nos primeiros dias, é esperado nariz entupido, secreção com um pouco de sangue, cansaço e sensação de pressão no rosto. Dentro do nariz se formam crostas, que a lavagem amolece. Nos retornos, o Dr. Pierre Costa retira crostas e secreção com endoscópio e confere se não há aderências, que são pontes de cicatriz entre as paredes do nariz. A mucosa leva semanas a meses para se recuperar por completo, e o olfato pode demorar a responder.
Em geral, a volta ao trabalho sem esforço físico acontece entre uma semana e dez dias. Exercícios voltam algumas semanas depois, com liberação no retorno. Os cuidados principais:
- Lavar o nariz com soro várias vezes ao dia, do jeito orientado, para tirar crostas e secreção e ajudar a cicatrização.
- Não assoar o nariz com força nos primeiros dias e espirrar de boca aberta.
- Dormir com a cabeceira elevada e evitar esforço físico até a liberação no retorno.
- Usar só os remédios prescritos. Anti-inflamatórios e AAS sem orientação aumentam o risco de sangramento.
- Ir a todos os retornos de limpeza: eles reduzem crostas e aderências dentro do nariz.
- Procurar a equipe em caso de sangramento que não para, febre, dor forte, inchaço perto do olho ou alteração da visão.
Riscos, em linguagem simples
A Cirurgia Endoscópica Nasossinusal tem riscos baixos, mas eles existem e são explicados antes da cirurgia. A maioria é passageira e tratada no consultório.
- Sangramento: um pouco de sangue na secreção é comum nos primeiros dias. Sangramento maior é incomum e pode exigir atendimento.
- Crostas e aderências: fazem parte da cicatrização. As limpezas nos retornos reduzem esse problema.
- Infecção: pode acontecer na fase de cicatrização e é tratada com remédio.
- Olfato: pode piorar por algumas semanas antes de melhorar. Em casos raros, a alteração se mantém.
- Complicações graves: os seios da face ficam perto dos olhos e da base do crânio, e lesões nessas regiões são raras. O estudo da tomografia antes da cirurgia e a visão do endoscópio servem para reduzir esse risco.
- Volta dos sintomas: a sinusite crônica é uma doença inflamatória. Pólipos e inflamação podem voltar, e às vezes é preciso tratamento clínico contínuo.
Investimento, plano de saúde e pacientes de fora
O valor da cirurgia de sinusite é informado depois da consulta, porque depende de quantos seios serão abertos, da combinação com septo ou cornetos e do hospital. A cirurgia pode ser parcelada em até 12x.
Por ser uma cirurgia funcional, ela costuma ter cobertura prevista nos planos de saúde quando há indicação médica e exames que a justifiquem. A autorização depende de cada operadora. O Dr. Pierre Costa atende convênio em alguns procedimentos funcionais, e a secretária confirma pelo WhatsApp (41) 99294-1903 se a cirurgia entra no seu plano. Quando o plano prevê reembolso, ele fornece os documentos para o pedido, como relatório médico, recibos e notas. Veja como funciona em plano de saúde e reembolso e, quando a cirurgia inclui o septo, em septoplastia pelo plano de saúde.
Como funciona o investimento
O valor é individual: depende do planejamento definido na consulta, do tempo de cirurgia, do hospital e da anestesia. Ele é apresentado por escrito depois da avaliação.
Convênio e reembolso variam conforme o plano: a secretária confirma o seu caso no atendimento. Veja plano de saúde e reembolso.
Formas de pagamento Sem valores no site
Quem mora em outra cidade precisa planejar a estadia, porque os retornos de limpeza das primeiras semanas são presenciais. A consulta inicial e o planejamento estão explicados em pacientes de outras cidades.
Por que avaliar a sinusite com o Dr. Pierre Costa
O Dr. Pierre Costa é otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), com especialização em Cirurgia Endoscópica Nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e o Endoscopic Sinus Surgery Course no Glen Nelson Surgeon Education Center, nos Estados Unidos.
- Nariz inteiro na mesma avaliação: seios da face, septo e cornetos são examinados juntos, e o plano trata o que de fato atrapalha a respiração.
- Experiência: 18 anos de experiência cirúrgica.
- Estrutura: cirurgias em ambiente hospitalar, com equipe anestésica.
- Acompanhamento: retornos de limpeza e acompanhamento pós-operatório de longo prazo.
A formação completa está na página do Dr. Pierre Costa.
Perguntas frequentes sobre cirurgia de sinusite
Ficou alguma dúvida? Fale com a equipe do Dr. Pierre pelo WhatsApp (41) 99294-1903.
Toda sinusite crônica precisa de cirurgia?
Não. A maioria das pessoas com sinusite crônica controla os sintomas com tratamento clínico: lavagem nasal com soro, corticoide em spray e, em alguns casos, outros remédios. A cirurgia é considerada quando esse tratamento foi feito por tempo suficiente, os sintomas continuam atrapalhando a vida e a tomografia confirma a doença nos seios da face. A decisão é individual e tomada na consulta.
A cirurgia de sinusite deixa marca no rosto?
Não há corte na pele do rosto. A Cirurgia Endoscópica Nasossinusal é feita inteiramente por dentro do nariz, com um endoscópio que leva a imagem a um monitor. O rosto pode ficar um pouco inchado nos primeiros dias, principalmente quando a cirurgia é combinada com a do septo, mas toda a cicatrização acontece dentro do nariz.
A anestesia é geral? Quanto tempo dura a cirurgia?
Na maioria dos casos, a cirurgia é feita com anestesia geral, em ambiente hospitalar, com equipe anestésica. A duração varia conforme o número de seios que precisam ser abertos, a presença de pólipos e a combinação com septo ou cornetos. Em geral, a alta acontece no mesmo dia ou no dia seguinte. O tempo previsto para o seu caso é informado no planejamento.
Quantos dias de afastamento do trabalho?
Em geral, o afastamento fica entre uma semana e dez dias para trabalhos sem esforço físico, mas varia conforme a extensão da cirurgia e a recuperação de cada pessoa. Exercícios e atividades com esforço costumam voltar algumas semanas depois, com liberação no retorno. Nesse período, a lavagem nasal e as limpezas no consultório fazem parte da recuperação.
Depois da cirurgia, a sinusite não volta mais?
A cirurgia melhora a drenagem e a ventilação dos seios da face, mas não elimina a tendência à inflamação. A sinusite crônica pode precisar de tratamento de manutenção, como lavagem nasal e spray, mesmo depois de operada. Nos casos com pólipos, eles podem voltar com o tempo. Por isso o acompanhamento continua depois da recuperação, com retornos mais espaçados.
Dá para corrigir o desvio de septo na mesma cirurgia?
Sim, quando há indicação. Se o desvio de septo ou os cornetos aumentados atrapalham a passagem do ar ou o acesso aos seios da face, a correção pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico, com uma única anestesia e uma única recuperação. A necessidade é definida na consulta, com o exame do nariz e a tomografia.
Precisa de tampão no nariz depois da cirurgia?
Depende do caso. Muitas cirurgias endoscópicas de sinusite não usam tampão, ou usam materiais que se dissolvem sozinhos. Quando a cirurgia inclui o septo, pode haver placas ou curativos internos por alguns dias, retirados no consultório. O que vai ser usado no seu caso é explicado antes da cirurgia, junto com os cuidados dos primeiros dias.
O plano de saúde cobre a cirurgia de sinusite?
A cirurgia de sinusite é um procedimento funcional e costuma ter cobertura prevista nos planos de saúde quando há indicação médica documentada, com exames como a tomografia. A autorização depende de cada operadora e do contrato. Para saber como funciona o atendimento pelo plano ou por reembolso no consultório do Dr. Pierre Costa, fale com a equipe pelo WhatsApp antes da consulta.

Dr. Pierre Costa
Otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face · CRM-PR 27071 · RQE 17336
Residência em Otorrinolaringologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, especialização em rinoplastia, cirurgia plástica facial e cirurgia endoscópica nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e pós‑graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado. Atende na NUE Wellness Clinic, Ecoville.
- Experiência cirúrgica
- 18 anos
- Cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais
- Mais de 3.200
- Cirurgias
- Em ambiente hospitalar, com equipe anestésica
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A consulta para cirurgia de sinusite com o Dr. Pierre Costa acontece na NUE Wellness Clinic, Ecoville, em Curitiba. Agende pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes da avaliação.
NUE Wellness Clinic, Ecoville
R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110



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