

Caso 01
Forma e funçãoRinoplastia com avaliação da respiração no mesmo planejamentoConhecer 
Ecoville, CuritibaConsultas na NUE Wellness ClinicComo chegar
Outras cidadesComo organizar a cirurgia em Curitiba
Rinoplastia · 7 min de leituraQuanto custa uma rinoplastia em Curitiba: o que define o valor
Rinoplastia · 6 min de leituraComo escolher o cirurgião de rinoplastia em Curitiba: 7 critérios verificáveis
Rinoplastia · 6 min de leituraRinoplastia em Curitiba: otorrino ou cirurgião plástico? O que muda na formaçãoA rinoplastia estruturada é a técnica que reforça o esqueleto do nariz com enxertos de cartilagem, retirados do septo ou da costela, para que a nova forma tenha sustentação ao longo do tempo. Em Curitiba, o Dr. Pierre Costa, otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), avalia na NUE Wellness Clinic, no Ecoville, se o seu nariz precisa desse reforço e qual cartilagem usar.
Um nariz que perdeu cartilagem pode ceder anos depois da cirurgia, porque a cicatrização contrai os tecidos. A rinoplastia estruturada planeja o suporte antes de planejar a forma.
Dr. Pierre Costa · CRM-PR 27071 · RQE 17336 · NUE Wellness Clinic, Ecoville

A rinoplastia estruturada é a cirurgia do nariz que, além de remodelar, reforça a armação de cartilagem que mantém a forma. Em vez de apenas retirar cartilagem e osso, o cirurgião acrescenta enxertos e os fixa com pontos, para que o nariz tenha onde se apoiar.
A técnica ganhou espaço porque muitos narizes operados apenas com redução mudam anos depois. A rinoplastia estruturada moderna trabalha com foco em sustentação ao longo do tempo.
Ela é uma das técnicas da rinoplastia e faz parte da cirurgia do nariz que o Dr. Pierre Costa realiza em Curitiba, com forma e respiração no mesmo planejamento.
O nariz precisa de sustentação porque as cartilagens que dão forma a ele são finas e, depois da cirurgia, precisam resistir por anos ao peso da pele e à contração da cicatriz. Elas se apoiam no septo, a parede que divide as duas narinas. Quando a cirurgia retira parte dessa estrutura, sobra menos material para resistir.
Sem apoio suficiente, três alterações são comuns:
O reforço com enxertos busca prevenir essas alterações na primeira cirurgia e corrigi-las nas revisões.
Enxerto é um pedaço de cartilagem do próprio paciente, esculpido no formato necessário e costurado à estrutura do nariz. Os mais usados são:
Quantos enxertos usar, e onde, depende do exame de cada nariz. Como as peças precisam ser posicionadas com precisão, a técnica costuma ser feita pela via aberta. As diferenças entre as vias estão no artigo sobre rinoplastia aberta ou fechada.
Usa-se a cartilagem do septo sempre que ela é suficiente; a da costela entra quando o septo não tem quantidade ou firmeza para os enxertos planejados. A escolha depende da anatomia, não de preferência.
É a primeira opção. Fica no mesmo campo da cirurgia e não exige outra incisão. Quando há desvio de septo, a parte retirada para corrigir o desvio vira material para os enxertos. O cirurgião sempre preserva uma moldura em forma de L no septo, que mantém o nariz de pé.
É retirada por uma incisão pequena no tórax, que nas mulheres costuma ficar perto do sulco abaixo da mama. A cartilagem da costela é abundante e resistente. Em troca, deixa uma cicatriz a mais, dói no local nos primeiros dias e pode curvar com o tempo, efeito que a forma de esculpir ajuda a reduzir. Em pessoas mais velhas, ela pode estar calcificada, o que é avaliado no planejamento.
O exame por dentro do nariz, na consulta, mostra o estado do septo. Se houver chance de precisar da costela, isso é conversado e autorizado antes da cirurgia.
A rinoplastia estruturada é indicada quando o nariz não tem estrutura para receber a nova forma e mantê-la. Os perfis mais frequentes:
A pele espessa esconde o contorno. Uma estrutura mais firme ajuda a ponta a aparecer através dela, em vez de ficar arredondada.
Cartilagens finas ou fracas deixam a ponta baixa e sem definição. Enxertos dão apoio e ajudam a posicionar a ponta.
Em revisões, parte da cartilagem já foi retirada. A reconstrução costuma depender de enxertos, muitas vezes de costela.
Narizes pequenos, achatados ou que sofreram trauma podem não ter estrutura para receber a nova forma sem reforço.
Na pele grossa, o desafio é específico. A pele espessa não se acomoda sobre uma estrutura fraca, e a ponta tende a ficar arredondada. Uma estrutura mais firme e bem projetada é o que permite que algum contorno apareça. Mesmo assim, a definição tem limites e demora mais, porque o inchaço nesse tipo de pele dura mais.
Nas revisões, a técnica estruturada costuma ser o ponto de partida, porque a cirurgia anterior já retirou cartilagem. Veja quando fazer uma rinoplastia revisional e a página de rinoplastia revisional.
Nem todo nariz precisa de muitos enxertos. Quando a cartilagem é firme e a mudança desejada é pequena, um reforço mínimo pode bastar.
A diferença entre as técnicas está em quanto da estrutura original é mantido e quanto é reforçado com enxertos.
A técnica de cada nariz é escolhida pelo exame, e não pelo nome.
O caminho começa pela consulta, passa pelo planejamento e pelos exames e termina na cirurgia em hospital, seguida de retornos de longo prazo. A simulação 3D com fotografia ajuda a alinhar o objetivo, mas não é promessa de resultado. Os limites dela estão no artigo sobre simulação 3D com fotografia na rinoplastia.
Exame do nariz por fora e por dentro, avaliação da respiração e da pele, e uma pergunta central: há cartilagem suficiente no septo?
1ª consultaA simulação 3D com fotografia ajuda a alinhar o objetivo e não é promessa de resultado. Aqui se define de onde virá a cartilagem.
PlanejamentoExames pré-operatórios e avaliação clínica. Se a costela puder ser necessária, isso é conversado e autorizado antes da cirurgia.
Pré-operatórioEm ambiente hospitalar, com equipe anestésica e anestesia geral. Os enxertos são esculpidos e fixados com pontos à estrutura do nariz.
Dia da cirurgiaRetirada da tala em geral na primeira semana e acompanhamento de longo prazo, porque o nariz estruturado leva meses para assentar.
Longo prazoA cirurgia é feita em ambiente hospitalar, com equipe anestésica, sob anestesia geral. A duração varia com o número de enxertos e com a retirada de costela, e é informada no planejamento.
A recuperação segue a da rinoplastia, com a tala em geral por cerca de uma semana, mas três pontos merecem atenção:
A evolução está no guia de recuperação da rinoplastia semana a semana. O resultado final, em geral, leva um ano ou mais.
Os riscos são os da rinoplastia, somados aos dos enxertos e, quando há retirada de costela, aos da área doadora. Na rinoplastia: sangramento, infecção, assimetria, dificuldade para respirar e necessidade de retoque. Nos enxertos: deslocamento, contorno visível em pele fina e curvatura da cartilagem da costela. No tórax: a cicatriz e, raramente, lesão da pleura. O planejamento individual, a cirurgia em hospital e o acompanhamento de longo prazo ajudam a reduzir esses riscos e a detectar cedo qualquer alteração.
O valor depende da complexidade: quantidade de enxertos, necessidade de cartilagem da costela, tempo de cirurgia e hospital. Por isso o orçamento só é feito depois da consulta. A cirurgia pode ser parcelada em até 12x. Quando há correção respiratória, a parte funcional pode ter cobertura conforme o contrato do plano, como explica o artigo sobre rinoplastia pelo plano de saúde.
O valor é individual: depende do planejamento definido na consulta, do tempo de cirurgia, do hospital e da anestesia. Ele é apresentado por escrito depois da avaliação.
Convênio e reembolso variam conforme o plano: a secretária confirma o seu caso no atendimento. Veja plano de saúde e reembolso.
O Dr. Pierre Costa é otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face, com 18 anos de experiência cirúrgica e mais de 3.200 cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais. Tem pós-graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado (SP), fellow em Rinoplastia pelo Instituto Scheibel e certificação em Rinoplastia Híbrida pelo Instituto Lapidare (SP). Ele atende rinoplastias secundárias e casos complexos, em que a técnica estruturada costuma ser necessária.
Os casos abaixo têm finalidade educativa e mostram indicação e evolução. Resultados variam de pessoa para pessoa.


Caso 01


Caso 02


Caso 03


Caso 04


Caso 05


Caso 06
Imagens com finalidade educativa. Resultados variam de pessoa para pessoa.
Ficou alguma dúvida? Fale com a equipe do Dr. Pierre pelo WhatsApp (41) 99294-1903.
Não. Rinoplastia aberta é a via de acesso; estruturada é a forma de pensar a cirurgia, com foco em sustentação. Como os enxertos precisam ser posicionados e fixados com precisão, a técnica estruturada costuma ser feita pela via aberta, com uma pequena incisão na columela, a pele entre as narinas. A via de cada caso é definida no planejamento, e a cicatriz da columela, em geral, fica discreta com os meses.
Não. Na maioria dos casos, a cartilagem do próprio septo é suficiente e é a primeira opção. A costela é considerada quando o septo já foi operado, tem pouca cartilagem ou não tem firmeza para os enxertos necessários, situação comum em revisões e em reconstruções maiores. A indicação é feita na consulta, com exame do nariz por dentro, e conversada antes da cirurgia.
Sim, fica uma cicatriz pequena no tórax. Nas mulheres, a incisão costuma ser feita perto do sulco abaixo da mama, onde fica mais escondida. Nos primeiros dias, a região dói ao respirar fundo e ao se movimentar, e a dor é controlada com medicação. Complicações no local são incomuns; entre elas está a lesão da pleura, que, quando ocorre, costuma ser identificada e tratada na própria cirurgia.
Fica mais firme, principalmente na ponta. Os enxertos dão rigidez à estrutura, e nos primeiros meses o inchaço aumenta essa sensação. Com o tempo, a ponta tende a ficar mais macia ao toque, mas costuma continuar menos móvel do que antes da cirurgia. Essa firmeza faz parte da sustentação que a técnica busca e não costuma interferir na respiração.
Em geral, um ano ou mais. O formato geral aparece nas primeiras semanas, mas a ponta é a última região a desinchar. Com muitos enxertos ou pele grossa, a definição da ponta pode demorar ainda mais para aparecer. Por isso o acompanhamento é de longo prazo, com retornos ao longo dos meses para avaliar a evolução e orientar os cuidados.
Em geral, de uma a duas semanas para trabalhos sem esforço físico. A tala costuma sair por volta de uma semana, e os roxos, quando aparecem, clareiam nos dias seguintes. Se houver retirada de cartilagem da costela, o incômodo no tórax pode pedir alguns dias a mais. Atividades físicas voltam aos poucos, com liberação nos retornos, conforme o caso e a orientação do cirurgião.
É possível, mas incomum. A cartilagem do próprio paciente é um tecido vivo e tende a se integrar ao nariz. A cartilagem da costela pode curvar com o tempo, efeito reduzido pela forma como ela é esculpida. Pequenas irregularidades ou deslocamentos podem aparecer, sobretudo em pele fina, e são avaliados nos retornos. Alguns casos pedem um retoque.
Pode melhorar quando a dificuldade vem da estrutura do nariz. Enxertos expansores abrem a válvula nasal interna, e reforços nas asas reduzem o fechamento da narina ao puxar o ar. Se houver desvio de septo ou cornetos aumentados, a correção costuma entrar na mesma cirurgia. Rinite e outras causas inflamatórias têm tratamento próprio, por isso a avaliação respiratória faz parte da consulta.

Otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face · CRM-PR 27071 · RQE 17336
Residência em Otorrinolaringologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, especialização em rinoplastia, cirurgia plástica facial e cirurgia endoscópica nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e pós‑graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado. Atende na NUE Wellness Clinic, Ecoville.
NarizCirurgia do nariz que planeja forma e respiração juntas, com análise facial e simulação 3D com fotografia.
Ver procedimento
NarizNova cirurgia em nariz já operado, com forma e respiração no mesmo planejamento.
Ver procedimento
NarizForma do nariz e respiração corrigidas na mesma cirurgia: septo, cornetos e válvula nasal.
Ver procedimentoA consulta para rinoplastia estruturada com o Dr. Pierre Costa acontece na NUE Wellness Clinic, Ecoville, em Curitiba. Agende pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes da avaliação.
NUE Wellness Clinic, Ecoville
R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110


Que tal conversar com o Dr. Pierre Costa?
Uma avaliação individual, com a forma e a respiração analisadas juntas, por um otorrinolaringologista com 18 anos de experiência cirúrgica e mais de 3.200 cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais. Presencial no Ecoville ou online.
Agendar minha avaliaçãoCRM-PR 27071 · RQE 17336