Cirurgias combinadas da face em Curitiba
Cirurgias combinadas da face são dois ou mais procedimentos feitos na mesma anestesia, como rinoplastia com blefaroplastia, com otoplastia ou com correção de septo e cornetos, para ter uma única recuperação. Em Curitiba, o Dr. Pierre Costa, otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), avalia na NUE Wellness Clinic, no Ecoville, se a combinação é segura e faz sentido no seu caso.
Combinar não é somar cirurgias para ganhar tempo a qualquer custo. É uma decisão médica, tomada depois da avaliação clínica, e às vezes a resposta é operar em etapas.
- Anestesia
- Uma só, em hospital
- Recuperação
- Um único período
- Avaliação
- Clínica e da face inteira
Dr. Pierre Costa · CRM-PR 27071 · RQE 17336 · NUE Wellness Clinic, Ecoville

Em resumo
- Cirurgias combinadas da face reúnem procedimentos como rinoplastia, blefaroplastia, otoplastia, septoplastia e cirurgia dos cornetos numa única anestesia.
- A combinação mais frequente é a rinoplastia com correção de septo e cornetos, que trata forma e respiração no mesmo tempo cirúrgico.
- Combinar só faz sentido quando a avaliação clínica permite e o tempo total de cirurgia é seguro para aquele paciente.
- A vantagem é uma anestesia, um afastamento e um período de inchaço; em troca, os cuidados de cada área operada se somam.
O que são cirurgias combinadas da face
Cirurgias combinadas da face são procedimentos em áreas diferentes do rosto, ou no nariz por fora e por dentro, feitos na mesma ida ao centro cirúrgico e sob uma única anestesia. O paciente passa por um preparo, uma internação e um período de recuperação.
Elas fazem parte da cirurgia plástica da face atendida pelo Dr. Pierre Costa. Como otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face, ele examina na mesma consulta o nariz por dentro e por fora, as pálpebras e as orelhas. Isso permite planejar a combinação sem deixar a respiração de fora da conversa.
As três combinações mais frequentes
As combinações mais frequentes têm a rinoplastia no centro: com septo e cornetos, com blefaroplastia ou com otoplastia.
Rinoplastia, septo e cornetos
É a combinação mais comum, porque tudo acontece no mesmo nariz. A rinoplastia muda a forma. A septoplastia corrige o desvio do septo, a parede entre as narinas. A cirurgia dos cornetos reduz o volume das estruturas internas que incham e fecham a passagem de ar. Juntas, formam a rinoplastia funcional. A cartilagem retirada do septo ainda pode servir de enxerto para dar apoio à nova forma. As diferenças entre as cirurgias estão no artigo septoplastia ou rinoplastia.
Rinoplastia e blefaroplastia
Une nariz e olhar. É mais procurada por adultos que, além da queixa no nariz, têm excesso de pele nas pálpebras superiores ou bolsas embaixo dos olhos. Na pálpebra superior, a incisão fica no vinco natural do olho. Feita sozinha, a blefaroplastia superior muitas vezes usa anestesia local com sedação; combinada, entra na mesma anestesia geral da rinoplastia. Como a rinoplastia já causa inchaço e roxos ao redor dos olhos nos primeiros dias, as duas recuperações se sobrepõem. O artigo blefaroplastia superior ou inferior ajuda a entender qual pálpebra está em questão, e a página de blefaroplastia explica a cirurgia.
Rinoplastia e otoplastia
Une nariz e orelhas. A otoplastia corrige orelhas proeminentes, conhecidas como “orelhas de abano”, e acrescenta um tempo relativamente curto à cirurgia. A incisão fica atrás da orelha, e a cartilagem é remodelada com pontos. Os cuidados são compatíveis com os do nariz: dormir de barriga para cima protege as duas áreas. Como a rinoplastia espera o nariz terminar de crescer, essa combinação é feita em adolescentes mais velhos e em adultos. Na criança, a otoplastia costuma ser feita sozinha.
Outras combinações também são avaliadas, como pálpebras e sobrancelhas, porque a sobrancelha caída pode simular excesso de pele na pálpebra superior.
Quando faz sentido combinar
Combinar faz sentido quando as duas cirurgias têm indicação clara, a saúde permite e o tempo total de cirurgia é seguro para aquele paciente. Os cenários mais comuns:
Queixas em mais de uma área
Nariz e pálpebras, ou nariz e orelhas, incomodam há tempo e as duas cirurgias têm indicação clara no exame.
Forma e respiração juntas
Quem quer mudar o nariz e respira mal por desvio de septo ou cornetos trata as duas coisas no mesmo tempo cirúrgico.
Saúde liberada para cirurgia
Exames e avaliação clínica sem restrição, doenças crônicas sob controle e tempo total de cirurgia dentro do seguro.
Uma pausa só na rotina
Para quem prefere um único afastamento do trabalho e, se mora fora, uma única viagem a Curitiba, quando a segurança permite.
As vantagens práticas são uma anestesia, uma internação, um afastamento do trabalho e um único período de inchaço. Para quem mora longe, também significa uma viagem só. O roteiro completo está na página de pacientes de outras cidades.
Quando é melhor separar
Separar é a escolha certa quando combinar aumentaria o risco ou comprometeria o resultado de alguma das cirurgias. Situações em que o plano costuma ser em etapas:
- Tempo total longo: a soma dos procedimentos passa do tempo considerado seguro para aquele paciente.
- Condições de saúde: pressão alta ou diabetes sem controle, distúrbios de coagulação, uso de anticoagulantes e outras situações apontadas na avaliação clínica.
- Fumo: o cigarro prejudica a cicatrização, e o risco cresce quando há mais áreas operadas.
- Rinoplastia complexa: revisões com enxerto de costela já exigem uma cirurgia longa, e acrescentar outro procedimento pode não compensar.
- Dúvida sobre uma das cirurgias: se uma delas ainda não está decidida, o mais prudente é fazer só a outra.
- Idade: cada cirurgia tem o seu momento, e nem sempre os dois coincidem.
Ouvir que é melhor separar não é um não. É um plano em duas etapas, com o intervalo definido na consulta.
Segurança: tempo de cirurgia, avaliação clínica e hospital
A segurança de uma cirurgia combinada se apoia em três pontos: tempo total controlado, avaliação clínica completa e estrutura hospitalar.
- Tempo total de cirurgia: é estimado antes, somando cada procedimento. Cirurgias longas aumentam riscos como trombose, perda de calor do corpo, sangramento e inchaço.
- Avaliação clínica: exames pré-operatórios, avaliação do risco cirúrgico e, quando indicado, parecer de outro especialista, como o cardiologista.
- Ambiente hospitalar, com equipe anestésica: o anestesista acompanha o paciente durante toda a cirurgia e na saída da anestesia.
- Prevenção de trombose: movimentar as pernas e caminhar cedo, com medidas extras conforme o risco de cada paciente.
Se, durante a cirurgia, a equipe entender que estender o tempo não é prudente, a segunda parte pode ser remarcada. Essa possibilidade é combinada com o paciente antes.
Perguntas para levar à consulta
As perguntas que ajudam a decidir são as que mostram o tamanho da cirurgia e da recuperação. Vale fazer estas:
- Tempo total: quanto tempo, somado, a cirurgia deve durar?
- Ordem: qual procedimento é feito primeiro e por quê?
- Afastamento: quantos dias longe do trabalho e dos exercícios?
- Cuidados: quais cuidados de cada área se somam em casa?
- Plano B: o que acontece se for mais seguro dividir em duas etapas?
Como é o planejamento
O planejamento parte das queixas do paciente e do exame da face inteira, e só depois decide o que entra na mesma cirurgia.
- 01
Consulta da face
Avaliação do nariz por fora e por dentro, da respiração, das pálpebras e das orelhas, conforme a queixa. Aqui se decide o que entra.
1ª consulta - 02
Planejamento
Simulação 3D com fotografia para o nariz, que não é promessa de resultado, e estimativa do tempo total de cirurgia.
Planejamento - 03
Avaliação clínica
Exames pré-operatórios e, quando indicado, avaliação de outro especialista. É aqui que se confirma se combinar é seguro.
Pré-operatório - 04
Cirurgia
Em ambiente hospitalar, com equipe anestésica, numa única anestesia. A ordem dos procedimentos é definida no planejamento.
Dia da cirurgia - 05
Retornos
Consultas que acompanham todas as áreas operadas ao mesmo tempo, com pós-operatório de longo prazo.
Longo prazo
No nariz, a simulação 3D com fotografia ajuda a alinhar o objetivo da forma, sem ser promessa de resultado. Nas pálpebras e nas orelhas, o plano é feito pelo exame e pela conversa sobre o que incomoda.
Uma recuperação só: o que esperar
Na recuperação única, o inchaço e os roxos de todas as áreas acontecem no mesmo período, e os cuidados de cada cirurgia se somam. A sequência mais comum, que varia conforme o caso e a orientação do cirurgião:
- Primeira semana: tala no nariz, compressas frias nos olhos quando há blefaroplastia e faixa nas orelhas quando há otoplastia. Os pontos das pálpebras costumam ser retirados nesse período.
- Segunda semana: os roxos clareiam e, em geral, já é possível voltar a atividades sem esforço físico.
- Primeiro mês: a faixa das orelhas, em geral, passa a ser usada só à noite, e o inchaço diminui aos poucos. Exercícios voltam com liberação.
- Meses seguintes: o nariz continua a se definir, sobretudo na ponta, e o resultado final leva em geral um ano ou mais.
- Dormir de barriga para cima, com a cabeceira elevada, protege nariz, pálpebras e orelhas ao mesmo tempo.
- Fazer compressas frias nos olhos nos primeiros dias, quando houver blefaroplastia, conforme a orientação.
- Lavar o nariz com soro quando houver correção de septo ou de cornetos.
- Usar a faixa nas orelhas pelo tempo indicado, quando houver otoplastia.
- Caminhar dentro de casa desde os primeiros dias e evitar esforço físico até a liberação.
- Não apoiar óculos no nariz, proteger o rosto do sol e não fumar nas semanas de cicatrização.
O passo a passo do nariz está no guia de recuperação da rinoplastia semana a semana.
Investimento, plano de saúde e pagamento
O valor depende das cirurgias combinadas, do tempo total, do hospital e da equipe, e só é definido depois da consulta. A cirurgia pode ser parcelada em até 12x.
Quando há parte funcional, como desvio de septo, cornetos ou excesso de pele que atrapalha a visão, ela pode ter cobertura do plano conforme o contrato; a parte estética é particular. O artigo sobre rinoplastia pelo plano de saúde explica como isso funciona, e a página de plano de saúde e reembolso explica como funcionam convênio e reembolso.
Como funciona o investimento
O valor é individual: depende do planejamento definido na consulta, do tempo de cirurgia, do hospital e da anestesia. Ele é apresentado por escrito depois da avaliação.
Convênio e reembolso variam conforme o plano: a secretária confirma o seu caso no atendimento. Veja plano de saúde e reembolso.
Formas de pagamento Sem valores no site
Por que planejar com um otorrino com formação em cirurgia da face
Porque nariz, respiração, pálpebras e orelhas estão na mesma área de atuação, e a combinação é planejada por quem opera todas essas regiões. O Dr. Pierre Costa é otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336) com 18 anos de experiência cirúrgica e mais de 3.200 cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais. Fez especialização em Rinoplastia, Cirurgia Plástica Facial e Cirurgia Endoscópica Nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e tem certificação cirúrgica em Blefaroplastia pelo Instituto Jurado.
As cirurgias são feitas em ambiente hospitalar, com equipe anestésica, e o acompanhamento pós-operatório é de longo prazo, com retornos que olham todas as áreas operadas na mesma consulta.
Perguntas frequentes sobre cirurgias combinadas da face
Ficou alguma dúvida? Fale com a equipe do Dr. Pierre pelo WhatsApp (41) 99294-1903.
É seguro fazer duas cirurgias no rosto ao mesmo tempo?
Pode ser, quando a avaliação clínica permite e o tempo total de cirurgia fica dentro do que é seguro para aquele paciente. A segurança vem do preparo: exames, avaliação do risco cirúrgico, ambiente hospitalar com equipe anestésica e planejamento da ordem dos procedimentos. Quando algum desses pontos não fecha, a recomendação é operar em etapas, com intervalo definido na consulta.
Quais cirurgias da face podem ser combinadas?
As combinações mais comuns são rinoplastia com septoplastia e cirurgia dos cornetos, rinoplastia com blefaroplastia e rinoplastia com otoplastia. A blefaroplastia superior também pode ser avaliada junto com o levantamento das sobrancelhas, porque a sobrancelha caída pode simular excesso de pele na pálpebra. O que entra na mesma cirurgia é definido na consulta, a partir das queixas e do exame.
A recuperação de uma cirurgia combinada demora mais?
Um pouco mais do que a de uma cirurgia isolada, mas em geral menos do que duas recuperações em épocas diferentes. O inchaço e os roxos das áreas operadas acontecem no mesmo período, e o afastamento é um só. Em geral, a volta a atividades sem esforço físico ocorre entre uma e duas semanas, às vezes um pouco depois, conforme o que foi feito.
A anestesia é mais longa?
Sim, a anestesia dura o tempo somado dos procedimentos, e por isso o tempo total é estimado antes. Cirurgias longas aumentam riscos como trombose, perda de calor do corpo e inchaço. Por esse motivo, combinações extensas podem ser divididas em duas etapas. A cirurgia é feita em ambiente hospitalar, com equipe anestésica que acompanha o paciente do início ao fim.
Meu filho pode fazer rinoplastia e otoplastia juntas?
Em geral, não na infância. A otoplastia pode ser feita a partir dos primeiros anos escolares, quando a orelha está próxima do tamanho adulto, mas a rinoplastia espera o nariz terminar de crescer, no fim da adolescência. Por isso a combinação de rinoplastia com otoplastia costuma ser feita em adolescentes mais velhos e em adultos. A idade de cada cirurgia é avaliada caso a caso.
O plano de saúde cobre cirurgias combinadas?
Pode cobrir a parte funcional, conforme o contrato. A correção de desvio de septo e de cornetos e, em alguns casos, a blefaroplastia superior com excesso de pele que atrapalha a visão têm critérios próprios de cobertura. A parte estética, como a mudança de forma do nariz, é particular. O orçamento separa cada parte, e a cirurgia particular pode ser parcelada em até 12x.
Moro em outra cidade. Quantos dias preciso ficar em Curitiba?
Em geral, cerca de uma semana depois da cirurgia, até a retirada da tala do nariz e dos pontos, quando houver. Esse é um dos motivos pelos quais pacientes de fora consideram combinar: uma viagem e um período de recuperação. Os retornos seguintes são organizados com o consultório, e alguns acompanhamentos podem ser feitos a distância, conforme o caso.

Dr. Pierre Costa
Otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face · CRM-PR 27071 · RQE 17336
Residência em Otorrinolaringologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, especialização em rinoplastia, cirurgia plástica facial e cirurgia endoscópica nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e pós‑graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado. Atende na NUE Wellness Clinic, Ecoville.
- Experiência cirúrgica
- 18 anos
- Cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais
- Mais de 3.200
- Cirurgias
- Em ambiente hospitalar, com equipe anestésica
Procedimentos relacionados
NarizRinoplastia
Cirurgia do nariz que planeja forma e respiração juntas, com análise facial e simulação 3D com fotografia.
Ver procedimento
Olhar, orelhas e faceBlefaroplastia
Cirurgia das pálpebras superiores e inferiores para excesso de pele e bolsas ao redor dos olhos.
Ver procedimento
Olhar, orelhas e faceOtoplastia
Corrige orelhas de abano em crianças e adultos, com a cicatriz escondida atrás da orelha.
Ver procedimentoCirurgias combinadas da face em Curitiba
A consulta para cirurgias combinadas da face com o Dr. Pierre Costa acontece na NUE Wellness Clinic, Ecoville, em Curitiba. Agende pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes da avaliação.
NUE Wellness Clinic, Ecoville
R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110



Rinoplastia · 7 min de leituraQuanto custa uma rinoplastia em Curitiba: o que define o valor
Rinoplastia · 6 min de leituraComo escolher o cirurgião de rinoplastia em Curitiba: 7 critérios verificáveis
Rinoplastia · 6 min de leituraRinoplastia em Curitiba: otorrino ou cirurgião plástico? O que muda na formação

