

Caso 01
Forma e funçãoRinoplastia com avaliação da respiração no mesmo planejamentoConhecer 
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Rinoplastia · 6 min de leituraRinoplastia em Curitiba: otorrino ou cirurgião plástico? O que muda na formaçãoA rinoplastia revisional, também chamada de secundária, é a nova cirurgia feita em um nariz já operado, para corrigir alterações de forma, de respiração ou das duas. Em Curitiba, o Dr. Pierre Costa, otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), avalia cada caso com exame da respiração e análise facial na NUE Wellness Clinic, no Ecoville.
Quem procura uma revisão costuma chegar cansado e com receio de se frustrar de novo. A primeira consulta serve para entender o que mudou e o que é possível, sem pressa para operar.
Dr. Pierre Costa · CRM-PR 27071 · RQE 17336 · NUE Wellness Clinic, Ecoville

A rinoplastia revisional é indicada quando, depois que o nariz terminou de cicatrizar, continua existindo uma alteração que incomoda na aparência, na respiração ou nas duas.
Os nomes variam. Rinoplastia secundária é qualquer nova cirurgia em um nariz já operado, e revisional é usada como sinônimo ou, às vezes, para ajustes menores. Quando já houve duas cirurgias antes, alguns médicos falam em rinoplastia terciária. A revisão segue os princípios da rinoplastia primária e faz parte das cirurgias do nariz realizadas pelo Dr. Pierre Costa, mas pede um planejamento próprio. As situações que mais levam a uma revisão são estas:
Irregularidade no dorso, ponta assimétrica ou caída, ou nariz ainda desviado depois de completada a cicatrização.
Nariz que passou a entupir após a primeira cirurgia, por estreitamento da válvula nasal, septo desviado ou cornetos aumentados.
Dorso afundado ou ponta sem apoio, que pedem reconstrução com cartilagem do septo ou, quando indicada, da costela.
Casos complexos, com pouca cartilagem disponível e mais cicatriz, que exigem planejamento detalhado.
Nem toda insatisfação pede nova cirurgia. Algumas queixas melhoram sozinhas quando o inchaço termina de sair, e pequenas assimetrias fazem parte de qualquer rosto. Há casos em que o ganho esperado não compensa o risco de operar de novo, e isso também é dito na consulta.
Em geral, recomenda-se esperar pelo menos cerca de um ano depois da primeira rinoplastia antes de operar de novo, e em alguns casos mais tempo.
O nariz continua mudando muito depois da cirurgia. O inchaço da ponta é o último a sair e, em pele mais grossa, pode levar mais de um ano. Ao mesmo tempo, a cicatriz interna amadurece e fica mais macia, o que permite trabalhar os tecidos com mais segurança. Operar antes disso significa decidir sobre um nariz que ainda não mostrou sua forma final.
Há exceções, avaliadas caso a caso. Uma obstrução respiratória importante ou o deslocamento evidente de um enxerto podem justificar uma conduta antes desse prazo.
Esperar para operar não significa esperar para conversar. A consulta pode ser feita antes, para entender o que está acontecendo, acompanhar a evolução e planejar com calma. O artigo quando fazer uma rinoplastia revisional aprofunda os prazos, e o texto sobre quanto tempo o nariz leva para desinchar ajuda a separar inchaço de alteração definitiva.
A revisão é mais complexa porque o nariz já operado tem cicatriz por dentro, menos cartilagem disponível e uma pele que já foi descolada uma vez.
Por isso, a cirurgia secundária costuma levar mais tempo que a primária, e o planejamento precisa prever de onde virá a cartilagem para reconstruir a sustentação.
A cartilagem da costela é usada quando o nariz precisa de reconstrução e o septo não tem mais cartilagem suficiente para isso.
Na rinoplastia estruturada, a cartilagem funciona como uma armação que sustenta o dorso, a ponta e as paredes laterais do nariz. A primeira opção costuma ser a cartilagem do próprio septo. Em revisões, ela muitas vezes já foi usada, e a costela passa a ser a fonte com volume e firmeza suficientes.
A retirada é feita por uma pequena incisão no tórax, nas mulheres em geral posicionada na dobra abaixo da mama. O local fica dolorido nos primeiros dias e deixa uma cicatriz pequena. Complicações no tórax são raras, mas existem e são explicadas antes. A escolha entre cartilagem septal e costal é feita na consulta, conforme o exame e o que precisa ser reconstruído.
A respiração entra no planejamento de toda revisão, porque muitas queixas de um nariz operado envolvem forma e função ao mesmo tempo.
Quando o nariz foi bastante reduzido, a válvula nasal, a parte mais estreita da passagem de ar, pode ficar ainda mais estreita e fechar ao puxar o ar. Também é comum encontrar um septo que continua desviado ou cornetos aumentados. Algumas pessoas passam a respirar pior depois da primeira cirurgia; outras já tinham obstrução antes dela.
Por isso, a consulta inclui endoscopia nasal e o exame da válvula. Quando há obstrução, a correção funcional é feita no mesmo tempo cirúrgico: enxertos que reabrem a válvula, correção do septo e, se necessário, redução dos cornetos. É a lógica da rinoplastia funcional, aplicada a um nariz já operado.
A avaliação junta a sua queixa, o exame do nariz por dentro e por fora e a análise das fotos, para definir o que é possível corrigir e o que não é.
Se tiver, traga fotos de antes da primeira cirurgia, o relatório da cirurgia anterior e exames recentes. Esses documentos mostram o que já foi feito. Quando não estão disponíveis, o exame e, se preciso, a tomografia ajudam a reconstruir essa informação.
A simulação 3D com fotografia ajuda a alinhar o objetivo, mas não é promessa de resultado, e em nariz já operado os limites são maiores, porque dependem da pele e da cicatriz. O artigo sobre simulação 3D com fotografia na rinoplastia explica como ela funciona. A conversa é sobre o seu nariz hoje, e não sobre a cirurgia anterior. O caminho costuma ser este:
Conversa sobre o que incomoda, exame externo e endoscopia nasal. Traga, se tiver, fotos de antes e o relatório da cirurgia anterior.
1ª consultaAnálise facial e simulação 3D com fotografia para alinhar o objetivo. A simulação orienta a conversa e não é promessa de resultado.
PlanejamentoTomografia quando necessária e exames pré-operatórios. Nesta fase se define se haverá uso de cartilagem costal.
Antes da dataEm ambiente hospitalar, com equipe anestésica, com correção da forma e da respiração no mesmo tempo cirúrgico.
Dia da cirurgiaRetornos frequentes no início e acompanhamento de longo prazo, porque o nariz revisado leva mais tempo para assentar.
1 ano ou maisA rinoplastia revisional é feita em ambiente hospitalar, com equipe anestésica, na maioria dos casos com anestesia geral e pela técnica aberta.
A técnica aberta usa uma pequena incisão na columela, a faixa de pele entre as narinas, e dá visão direta das estruturas alteradas. Em revisões menores, a técnica fechada, toda por dentro do nariz, pode ser suficiente. O artigo rinoplastia aberta ou fechada compara as duas. A duração costuma ser maior que a de uma rinoplastia primária, principalmente quando há retirada de cartilagem da costela.
A recuperação segue as mesmas etapas da primeira rinoplastia, mas o inchaço costuma demorar mais para sair.
Na primeira semana, o nariz fica com tala, e há inchaço e roxos ao redor dos olhos, que variam de pessoa para pessoa. A tala costuma ser retirada por volta de uma semana. A volta ao trabalho leve, em geral, acontece entre uma e duas semanas, e exercícios intensos esperam mais. Quando há retirada de cartilagem costal, o tórax fica dolorido nos primeiros dias e pede cuidado com esforço.
O nariz revisado leva mais tempo para assentar: a forma final costuma aparecer depois de um ano ou mais, principalmente na ponta. O guia de pós-operatório de rinoplastia e o artigo sobre recuperação da rinoplastia semana a semana mostram cada fase. Os cuidados principais:
Uma revisão busca melhorar a forma e a respiração dentro de limites que dependem da pele, da cicatriz e da cartilagem disponível.
Pele grossa, várias cirurgias anteriores e cicatriz intensa restringem o quanto o nariz pode ser refinado. Reconstruir a sustentação e reabrir a passagem de ar são objetivos frequentes da revisão, definidos com clareza antes da cirurgia, junto com o que não deve ser esperado.
Os riscos são os de qualquer rinoplastia, como sangramento, infecção, assimetrias e alterações de sensibilidade, somados aos da área doadora quando se usa costela. Em casos secundários, a chance de precisar de um pequeno ajuste posterior é maior que na primeira cirurgia, e isso faz parte da conversa. Os casos a seguir têm finalidade educativa:


Caso 01


Caso 02


Caso 03


Caso 04


Caso 05


Caso 06
Imagens com finalidade educativa. Resultados variam de pessoa para pessoa.
O valor de uma rinoplastia revisional é definido depois da consulta, porque depende da complexidade, do uso de cartilagem costal e do tempo de cirurgia.
O pagamento da cirurgia particular pode ser parcelado em até 12x. Quando há uma alteração funcional documentada, como obstrução pela válvula nasal ou desvio de septo, a parte respiratória pode, em geral, ter cobertura do plano de saúde, e a parte estética é particular. A página de plano de saúde e reembolso explica como funciona. O Dr. Pierre Costa atende convênio em alguns procedimentos funcionais; se a parte funcional da revisional entra no seu plano varia caso a caso e é confirmado com a secretária, pelo WhatsApp (41) 99294-1903. Quando o plano prevê reembolso de cirurgia, o Dr. Pierre fornece os documentos para o pedido, como relatório médico, recibos e notas, e quem decide é o plano, conforme o contrato.
O valor é individual: depende do planejamento definido na consulta, do tempo de cirurgia, do hospital e da anestesia. Ele é apresentado por escrito depois da avaliação.
Convênio e reembolso variam conforme o plano: a secretária confirma o seu caso no atendimento. Veja plano de saúde e reembolso.
O Dr. Pierre Costa atende rinoplastias secundárias e casos complexos com a mesma lógica de forma e função usada na primeira rinoplastia.
Ele é otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), com fellow em Rinoplastia pelo Instituto Scheibel e pós-graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado. São 18 anos de experiência cirúrgica e mais de 3.200 cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais ao longo da carreira. O planejamento usa cartilagem septal ou costal conforme a anatomia, as cirurgias são feitas em ambiente hospitalar, com equipe anestésica, e o acompanhamento pós-operatório é de longo prazo, o que pesa ainda mais numa revisão.
Quem mora fora de Curitiba encontra o roteiro de consulta, cirurgia e retornos na página de pacientes de outras cidades.
Ficou alguma dúvida? Fale com a equipe do Dr. Pierre pelo WhatsApp (41) 99294-1903.
Em geral, recomenda-se esperar pelo menos cerca de um ano, e às vezes mais, conforme o caso. Esse é o tempo para a maior parte do inchaço sair e para a cicatriz interna amadurecer. Em pele grossa, a ponta pode levar mais tempo. Situações específicas, como obstrução respiratória importante, podem ser avaliadas antes. A consulta pode acontecer antes do prazo, para acompanhar e planejar.
Na prática, sim. Os dois nomes descrevem uma nova cirurgia em um nariz já operado. Alguns médicos usam revisional para ajustes menores, secundária para reconstruções maiores e terciária quando já houve duas cirurgias antes. Para o paciente, o nome importa menos que o exame: é ele que mostra o que precisa ser feito e com qual técnica.
Não. Algumas queixas melhoram sozinhas com o fim do inchaço, e pequenas assimetrias fazem parte de qualquer rosto. Em outros casos, o ganho esperado não compensa o risco de operar de novo. A consulta serve para separar o que pede cirurgia do que pede acompanhamento, e essa avaliação é feita com clareza, mesmo quando a resposta é não operar.
Nem sempre. A cartilagem costal é indicada quando o nariz precisa de reconstrução e o septo já não tem cartilagem suficiente, o que é mais comum em revisões e em narizes operados mais de uma vez. Em ajustes menores, a cartilagem que resta no septo pode bastar. A decisão é tomada na consulta, com base no exame e, quando necessário, na tomografia.
Sim, deixa uma cicatriz pequena no tórax, nas mulheres em geral posicionada na dobra abaixo da mama. O local fica dolorido nos primeiros dias e pede cuidado com esforços do tronco. Complicações no tórax são raras, mas existem e são explicadas antes da cirurgia. A cicatriz e a área doadora fazem parte da conversa sobre a indicação.
Sim, quando a causa da obstrução é identificada. Depois de uma rinoplastia, a respiração pode piorar por estreitamento da válvula nasal, por um desvio de septo que persistiu ou por cornetos aumentados. A endoscopia nasal e o exame da válvula mostram o que está acontecendo, e a correção funcional é feita no mesmo tempo cirúrgico da parte estética, quando indicada.
Em geral, um pouco. As etapas são as mesmas da primeira rinoplastia: tala por cerca de uma semana, inchaço e roxos nos primeiros dias e volta gradual às atividades. A diferença está no inchaço, que costuma demorar mais para sair, principalmente na ponta. Quando há retirada de cartilagem da costela, o tórax também precisa de alguns dias de cuidado.
Se tiver, leve fotos do nariz antes da primeira cirurgia, o relatório da cirurgia anterior e exames recentes, como tomografia. Esses documentos mostram o que já foi feito e ajudam a planejar. Quando não estiverem disponíveis, o exame físico e a endoscopia nasal ajudam a reconstruir essa informação. Vale também anotar o que mais incomoda, na forma e na respiração.
Em geral, só a parte funcional pode ter cobertura. Quando há obstrução nasal documentada, como estreitamento da válvula ou desvio de septo, os planos costumam avaliar a correção respiratória com relatório médico e exames. A parte estética é particular e pode ser parcelada em até 12x. O Dr. Pierre Costa atende convênio em alguns procedimentos funcionais e fornece os documentos para o pedido de reembolso; a secretária confirma o seu caso pelo WhatsApp (41) 99294-1903.
A primeira consulta pode ser online. Antes dela, a equipe pede fotos atuais do rosto e, na revisional, também fotos antigas, de antes da primeira cirurgia, e o relatório da cirurgia anterior, se houver. Na consulta, o Dr. Pierre faz a simulação 3D com fotografia, sem que ela seja promessa de resultado, e apresenta o orçamento. O exame interno do nariz e a endoscopia nasal são feitos presencialmente em Curitiba, antes da cirurgia. Os dias de estadia, os retornos e a opção de logística organizada pela equipe estão em pacientes de outras cidades.

Otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face · CRM-PR 27071 · RQE 17336
Residência em Otorrinolaringologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, especialização em rinoplastia, cirurgia plástica facial e cirurgia endoscópica nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e pós‑graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado. Atende na NUE Wellness Clinic, Ecoville.
A consulta para rinoplastia revisional com o Dr. Pierre Costa acontece na NUE Wellness Clinic, Ecoville, em Curitiba. Agende pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes da avaliação.
NUE Wellness Clinic, Ecoville
R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110


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Uma avaliação individual, com a forma e a respiração analisadas juntas, por um otorrinolaringologista com 18 anos de experiência cirúrgica e mais de 3.200 cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais. Presencial no Ecoville ou online.
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