CIRURGIA DE RONCO E APNEIA EM CURITIBA

Cirurgia de ronco e apneia em Curitiba

A cirurgia de ronco e apneia é uma das opções de tratamento quando o exame encontra, no nariz ou na garganta, um ponto de obstrução que pode ser corrigido. Em Curitiba, o Dr. Pierre Costa, otorrinolaringologista (CRM-PR 27071, RQE 17336), avalia a via aérea com exame, endoscopia e polissonografia na NUE Wellness Clinic, no Ecoville, e indica cirurgia só quando ela faz sentido.

Ronco pode ser só barulho ou sinal de apneia do sono. E a cirurgia não é o único tratamento: em muitos casos, não é o primeiro.

Exame do sono
Polissonografia
Avaliação
Nariz e garganta
Anestesia
Geral, em hospital

Dr. Pierre Costa · CRM-PR 27071 · RQE 17336 · NUE Wellness Clinic, Ecoville

Homem dormindo de barriga para cima, com a boca aberta, em um quarto à luz de abajur, ilustrando cirurgia de ronco e apneia em Curitiba

Em resumo

  • O ronco e a apneia do sono são avaliados com exame do nariz e da garganta, endoscopia e polissonografia antes de qualquer decisão sobre cirurgia.
  • A cirurgia de garganta pode reduzir o ronco e a gravidade da apneia quando a obstrução está no palato e nas paredes laterais da garganta, mas não há como prometer cura.
  • CPAP, aparelho intraoral, perda de peso e tratamento com outros especialistas do sono são caminhos frequentes, sozinhos ou junto com a cirurgia.
  • As técnicas de garganta incluem a uvulopalatofaringoplastia clássica, a modificada com preservação da úvula, a faringoplastia de expansão do esfíncter (ESP) e a faringoplastia lateral ou de reposicionamento.

Ronco ou apneia: o que muda no tratamento

O tratamento muda conforme o ronco venha sozinho ou acompanhado de apneia do sono, e por isso essa é a primeira pergunta da avaliação. O ronco é o som da vibração dos tecidos da garganta quando o ar passa por um espaço estreito. Na apneia, essa passagem se fecha parcial ou totalmente durante o sono, muitas vezes por hora.

Cada pausa derruba o oxigênio e interrompe o sono profundo, mesmo sem a pessoa perceber. Sinais que sugerem apneia:

  • Pausas na respiração: notadas por quem dorme junto, muitas vezes seguidas de ronco alto ou engasgo.
  • Sono durante o dia: cochilos ao ler, assistir TV ou dirigir.
  • Manhãs difíceis: dor de cabeça ao acordar, boca seca e sensação de que o sono não descansou.
  • Noite interrompida: acordar várias vezes, inclusive para urinar.

A apneia sem tratamento está associada a pressão alta e a problemas do coração e do metabolismo. Em crianças, a causa do ronco costuma ser outra, muitas vezes a adenoide aumentada, assunto da página de cirurgia de adenoide.

Por que começar pelo otorrino

O ronco e a apneia acontecem no caminho do ar, que vai do nariz à garganta, e o otorrinolaringologista examina esse caminho inteiro na mesma consulta. É isso que mostra onde a passagem se fecha e se há algo que a cirurgia pode corrigir.

Na lista de atendimentos do Dr. Pierre Costa (CRM-PR 27071, RQE 17336), essa área aparece como avaliação e tratamento cirúrgico do ronco, conforme indicação. Ela faz parte das cirurgias funcionais do nariz e das vias aéreas. O Dr. Pierre Costa tem 18 anos de experiência cirúrgica, opera em ambiente hospitalar, com equipe anestésica, e faz acompanhamento pós-operatório de longo prazo.

Como é a avaliação

A avaliação reúne três peças: o exame do nariz e da garganta, a endoscopia e a polissonografia. Juntas, elas mostram se há apneia, qual a gravidade e onde a passagem do ar se fecha.

No exame, o Dr. Pierre Costa olha o nariz, o palato, a úvula, a língua, as paredes laterais da garganta, a mordida e o pescoço. A endoscopia, feita no consultório com um aparelho fino e flexível passado pelo nariz, mostra essas estruturas por dentro. A polissonografia registra a respiração, o oxigênio e as fases do sono durante uma noite. Em adultos, ela classifica a apneia pelo número de pausas e reduções da respiração por hora de sono: leve (5 a 15), moderada (15 a 30) e grave (acima de 30).

  1. 01

    Consulta

    Conversa sobre o ronco, as pausas na respiração, o cansaço de dia e a saúde geral, com exame do nariz, da boca, da garganta e do pescoço.

    1ª consulta
  2. 02

    Endoscopia da via aérea

    Um aparelho fino e flexível, passado pelo nariz com anestesia local, mostra septo, cornetos, palato e garganta por dentro.

    Na consulta
  3. 03

    Polissonografia

    Exame que registra respiração, oxigenação e sono durante a noite. Define se há apneia e qual a gravidade.

    Exame do sono
  4. 04

    Plano de tratamento

    Com os resultados, a conversa define o caminho: CPAP, aparelho intraoral, perda de peso, cirurgia ou uma combinação.

    Retorno
  5. 05

    Cirurgia, quando indicada

    Feita com anestesia geral, em ambiente hospitalar, com equipe anestésica. A técnica é escolhida conforme o ponto de obstrução.

    Dia da cirurgia
  6. 06

    Nova avaliação do sono

    Depois da cicatrização, uma nova polissonografia mede o efeito da cirurgia sobre a apneia e orienta os próximos passos.

    Meses depois

Quando a cirurgia ajuda

A cirurgia ajuda quando existe um ponto de obstrução no nariz ou na garganta que a técnica consegue corrigir, e o restante do quadro não impede o resultado. Ela tende a funcionar melhor quando o estreitamento se concentra no palato e nas paredes laterais da garganta, e menos quando a base da língua e o peso têm papel grande.

O nariz entra de outro jeito. Corrigir um desvio de septo com a septoplastia ou reduzir cornetos nasais inchados melhora a respiração pelo nariz e pode facilitar o uso do CPAP. Sozinha, a cirurgia do nariz raramente resolve a apneia. Os cenários em que a cirurgia costuma entrar na conversa:

Obstrução no palato e na garganta

Palato longo, úvula grande ou paredes laterais da garganta que estreitam a passagem do ar durante o sono, vistos no exame.

Dificuldade de adaptação ao CPAP

Quem não se adaptou ao CPAP depois de tentativas orientadas e tem anatomia em que a cirurgia pode reduzir a obstrução.

Nariz que atrapalha a respiração

Desvio de septo ou cornetos aumentados que fazem respirar pela boca à noite ou dificultam o uso da máscara do CPAP.

Ronco sem apneia importante

Ronco que atrapalha o sono da casa, quando a polissonografia afasta apneia moderada ou grave e o exame mostra onde atuar.

Quando o caminho indicado é outro tratamento

Em muitos casos, o tratamento indicado não é a cirurgia, ou não é só a cirurgia. Isso vale principalmente para a apneia grave, para quem tem obesidade importante e para quando a obstrução está em pontos que as técnicas de garganta não alcançam.

  • CPAP: aparelho que sopra ar por uma máscara durante o sono e mantém a garganta aberta. É o tratamento de primeira escolha na apneia moderada e grave.
  • Aparelho intraoral: placa feita por dentista com formação em sono, que leva a mandíbula um pouco para a frente durante a noite. Serve, em casos selecionados, para o ronco e a apneia leve a moderada.
  • Perda de peso: em pessoas com sobrepeso, reduz o ronco e a gravidade da apneia.
  • Hábitos e posição: evitar álcool e calmantes à noite e dormir de lado ajudam quando a apneia piora de barriga para cima.
  • Outros especialistas do sono: médicos do sono, pneumologistas, neurologistas, dentistas e nutricionistas participam quando o caso pede.

A cirurgia pode ser combinada com esses tratamentos.

Uvulopalatofaringoplastia clássica (UPPP)

A uvulopalatofaringoplastia clássica alarga a passagem do ar atrás do palato retirando a úvula e o excesso de tecido do palato mole. Foi descrita no início dos anos 1980 e serviu de base para as variações que vieram depois.

Na cirurgia, o palato mole é encurtado e a mucosa das laterais da garganta é suturada para ampliar o espaço. Ela faz mais sentido quando o palato é longo e a obstrução se concentra nessa região. Como retira mais tecido, a recuperação tende a ser mais dolorosa, e alterações passageiras da voz e da deglutição são mais frequentes.

Uvulopalatofaringoplastia modificada com preservação da úvula

A versão modificada amplia a passagem do ar no palato sem retirar a úvula. A úvula ajuda a fechar a ligação entre a boca e o nariz ao engolir e a manter a garganta úmida.

Na técnica, o palato é reposicionado e as laterais da garganta são ajustadas, com a úvula mantida no lugar. O objetivo é alargar a via aérea com menos chance de efeitos como garganta seca, sensação de algo parado na garganta e líquido voltando pelo nariz. A escolha entre a versão clássica e a modificada depende do formato do palato e da úvula visto no exame.

Faringoplastia de Expansão do Esfíncter (Expansion Sphincter Pharyngoplasty, ESP)

A faringoplastia de expansão do esfíncter, conhecida pela sigla ESP, alarga a garganta para os lados. É indicada principalmente quando as paredes laterais da garganta se fecham durante o sono.

Na cirurgia, um músculo de cada lado da garganta, o palatofaríngeo, é solto da posição original e reposicionado para cima e para fora, preso ao palato. Isso abre a passagem do ar e dá firmeza às paredes que antes colapsavam.

Faringoplastia lateral ou de reposicionamento (Relocation/Lateral Pharyngoplasty)

A faringoplastia lateral e a de reposicionamento tratam o colapso das paredes laterais da garganta mudando a posição dos músculos dessa região. São alternativas à ESP para o mesmo tipo de obstrução.

Na faringoplastia lateral, parte do músculo da parede lateral é dividida e os tecidos são reposicionados, o que deixa a parede mais firme e afastada do centro. Na de reposicionamento, os músculos são deslocados para os lados, ampliando o espaço atrás do palato sem retirar grande quantidade de tecido. A escolha entre ESP, faringoplastia lateral ou de reposicionamento depende de como a garganta se fecha e do formato do palato. Quando há indicação, a cirurgia do nariz pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico.

Riscos e limites, sem promessa de cura

A cirurgia de ronco e apneia pode reduzir os sintomas, mas não há como prometer que o ronco ou a apneia desapareçam. O resultado varia, e os riscos são explicados na consulta.

  • Sangramento: pode ocorrer nos primeiros dias ou quando as crostas da cicatrização se soltam, em geral entre a primeira e a segunda semana. Pede avaliação imediata.
  • Voz e deglutição: voz anasalada e líquido voltando pelo nariz costumam ser passageiros. Alterações permanentes são incomuns.
  • Garganta seca ou sensação de algo parado: mais frequentes quando a úvula é retirada.
  • Anestesia: quem tem apneia exige mais cuidado na anestesia e no despertar. Por isso a cirurgia é feita em ambiente hospitalar, com equipe anestésica.
  • Volta do ronco: ganho de peso e envelhecimento podem trazer o ronco de volta ao longo dos anos.

Recuperação da cirurgia de garganta

A recuperação da cirurgia de garganta dói mais que a do nariz: a dor ao engolir é esperada e, em geral, diminui ao longo de uma a duas semanas. A alta costuma acontecer no mesmo dia ou no dia seguinte, conforme a técnica e a gravidade da apneia.

Nos primeiros dias, também são comuns dor que irradia para o ouvido, voz anasalada, mau hálito e sensação de algo na garganta. O ronco pode até piorar no início, pelo inchaço. O efeito da cirurgia só pode ser medido depois da cicatrização, com uma nova polissonografia, alguns meses depois. Quando o nariz é operado junto, os cuidados se somam aos da recuperação da septoplastia. Os cuidados principais:

  • Comer alimentos pastosos, frios ou mornos nos primeiros dias e evitar comidas duras, ácidas ou muito quentes.
  • Beber bastante líquido ao longo do dia, mesmo com dor ao engolir. A hidratação ajuda a cicatrização.
  • Tomar os analgésicos nos horários prescritos, sem esperar a dor aumentar, e não usar anti-inflamatórios ou AAS sem orientação.
  • Evitar esforço físico até a liberação no retorno.
  • Procurar a equipe se houver sangramento pela boca ou pelo nariz, febre persistente ou dificuldade para beber líquidos.
  • Fazer a nova polissonografia quando pedida, para medir o efeito da cirurgia sobre a apneia.

Investimento, plano de saúde e quem mora fora

O valor é informado depois da consulta e dos exames, porque depende da técnica, da combinação com a cirurgia do nariz e do hospital. A cirurgia pode ser parcelada em até 12x.

Os planos de saúde costumam avaliar a cobertura das cirurgias funcionais de nariz e garganta com base no relatório médico e na polissonografia. O Dr. Pierre Costa atende convênio em alguns procedimentos funcionais e, quando o plano prevê reembolso, fornece os documentos para o pedido, como relatório médico, recibos e notas. Como isso varia caso a caso, a confirmação é feita com a secretária, pelo WhatsApp (41) 99294-1903. Mais detalhes em plano de saúde e reembolso e, quando a cirurgia inclui o septo, em septoplastia pelo plano de saúde.

Como funciona o investimento

O valor é individual: depende do planejamento definido na consulta, do tempo de cirurgia, do hospital e da anestesia. Ele é apresentado por escrito depois da avaliação.

Convênio e reembolso variam conforme o plano: a secretária confirma o seu caso no atendimento. Veja plano de saúde e reembolso.

Formas de pagamento Sem valores no site

ConsultaAgendada pelo WhatsApp
CirurgiaParcelamento em até 12x
ConvênioEm alguns procedimentos funcionais
ReembolsoDocumentos fornecidos pelo Dr. Pierre
12xna cirurgia
Dúvidas

Perguntas frequentes sobre cirurgia de ronco e apneia

Ficou alguma dúvida? Fale com a equipe do Dr. Pierre pelo WhatsApp (41) 99294-1903.

A cirurgia de ronco cura o ronco e a apneia?

Não há como prometer cura. A cirurgia pode reduzir o ronco e a gravidade da apneia quando a obstrução está em pontos que a técnica alcança, mas o efeito varia de pessoa para pessoa. Peso, idade, formato da língua e da mandíbula e hábitos influenciam o resultado. Por isso a polissonografia é repetida depois da cicatrização, para medir o que mudou.

Qual a diferença entre ronco e apneia do sono?

O ronco é o som da vibração dos tecidos da garganta quando o ar passa por um espaço estreito. A apneia do sono é o fechamento parcial ou total dessa passagem, com pausas na respiração, queda do oxigênio e sono fragmentado. Muita gente que ronca não tem apneia, e só a polissonografia separa as duas situações com segurança.

Preciso fazer polissonografia antes da cirurgia?

Sim. A polissonografia mostra se existe apneia e qual a gravidade, e isso muda a indicação. Quem tem apneia grave, por exemplo, costuma começar pelo CPAP. Quem ronca sem apneia importante pode ter outras opções. Operar sem esse exame seria decidir sem saber o tamanho do problema, e por isso ele faz parte da avaliação.

A cirurgia substitui o CPAP?

Nem sempre. Em parte dos casos, a cirurgia reduz a apneia o suficiente para dispensar o CPAP. Em outros, ela melhora a passagem do ar e facilita o uso do aparelho, mas não o substitui. A cirurgia do nariz, por exemplo, pode tornar a máscara mais tolerável. A decisão de parar o CPAP depende da nova polissonografia e da orientação médica.

Desvio de septo causa ronco?

Pode contribuir. Quando o nariz está obstruído por desvio de septo ou cornetos aumentados, a pessoa tende a respirar pela boca durante o sono, o que favorece o ronco. Corrigir o nariz melhora a respiração nasal, mas sozinho raramente resolve a apneia. Por isso a avaliação inclui o nariz e a garganta, e o plano trata os pontos que de fato obstruem.

A cirurgia de garganta dói?

Sim, a dor ao engolir é esperada e costuma ser a parte mais incômoda da recuperação. Ela é mais forte nos primeiros dias e, em geral, diminui ao longo de uma a duas semanas. Os analgésicos prescritos, a alimentação pastosa e fria e a boa hidratação ajudam. Dor que impede beber líquidos é motivo para falar com a equipe.

A voz muda depois da cirurgia?

Mudanças passageiras são possíveis. Nas primeiras semanas, a voz pode ficar um pouco anasalada e líquidos podem voltar pelo nariz ao engolir, enquanto o palato cicatriza. Na maioria dos casos, isso melhora com a recuperação. Alterações permanentes são incomuns, e a escolha da técnica leva em conta a preservação da função do palato.

Emagrecer resolve o ronco e a apneia?

Em pessoas com sobrepeso, perder peso costuma reduzir o ronco e a gravidade da apneia, e às vezes é a medida que mais muda o quadro. Nem sempre resolve sozinho, porque a anatomia do nariz e da garganta também conta. O tratamento do peso pode vir antes da cirurgia, junto com ela ou no lugar dela, conforme o caso.

Quantos dias de afastamento do trabalho?

Em geral, o afastamento depois da cirurgia de garganta fica entre uma e duas semanas, conforme a técnica, o tipo de trabalho e a evolução da dor. Quando a cirurgia é só do nariz, o período costuma ser menor. O prazo do seu caso é combinado no planejamento, e a volta a exercícios é liberada no retorno.

O plano de saúde cobre a cirurgia de ronco e apneia?

Os planos de saúde costumam avaliar a cobertura das cirurgias funcionais de nariz e garganta com base no relatório médico e nos exames, como a polissonografia. A autorização depende de cada operadora e do contrato. Para saber como funciona o atendimento pelo plano ou por reembolso no consultório do Dr. Pierre Costa, fale com a equipe pelo WhatsApp antes da consulta.

Dr. Pierre Costa de pijama cirúrgico, de braços cruzados
Quem conduz

Dr. Pierre Costa

Otorrinolaringologista com formação em cirurgia da face · CRM-PR 27071 · RQE 17336

Residência em Otorrinolaringologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, especialização em rinoplastia, cirurgia plástica facial e cirurgia endoscópica nasossinusal pelo Hospital IPO/NEP e pós‑graduação em Rinoplastia Estruturada pelo Instituto Jurado. Atende na NUE Wellness Clinic, Ecoville.

Experiência cirúrgica
18 anos
Cirurgias otorrinolaringológicas e plásticas faciais
Mais de 3.200
Cirurgias
Em ambiente hospitalar, com equipe anestésica
Consulta na NUE Wellness Clinic

Cirurgia de ronco e apneia em Curitiba

A consulta para cirurgia de ronco e apneia com o Dr. Pierre Costa acontece na NUE Wellness Clinic, Ecoville, em Curitiba. Agende pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes da avaliação.

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R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110

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